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quarta-feira, 7 de junho de 2017

#Memória Gamer Capítulo 15: Bomberman

Plataforma: NES
Lançamento: Janeiro de 1989
Produtora: Hudson Soft
Distribuidora: Nintendo


Hora de mais um clássico do Nintendinho. Bomberman é um game onde controlamos um robô que busca se tornar humano. Para isso ele deve passar por 50 leveis, que se assemelham a labirintos, onde devemos encontrar uma porta (eu chamava de guarda-roupa), para prosseguir para o próximo nível.

Bomberman com o próprio nome diz, podia usar bombas para destruir as paredes e os inimigos, abrindo assim caminho para encontrar a porta. Havia possibilidade de expandir o efeito das bombas, aumentando a quantidade ou até mesmo o alcance delas. O jogo fez tanto sucesso, que inúmeras versões foram lançadas para diversas plataformas, até consoles atuais como o Switch.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

#MemóriaGamer Capítulo 14: Donkey Kong Country

- Lançamento: 21 de Novembro de 1994
- Plataforma: SNES
- Produtora: Rare
- Distribuidora: Nintendo


Hoje vamos falar do primeiro game da trilogia que marcou a Super Nintendo, considerado como os melhores games do DK (principalmente o segundo). Em Donkey Kong Country, DK, ao lado de seu sobrinho e companheiro inseparável, Diddy Kong, devem recuperar as bananas que foram roubadas por K. K. Rool e seus comparsas, denominados Kremlings. DK começa sua aventura ao perceber que suas bananas desapareceram do esconderijo. O game se passa na Donkey Kong Island, explorando em torno de seis regiões distintas ao longo da jornada.

 O game tinha em torno de 40 leveis diferentes (a versão original). Durante os leveis podíamos explorar áreas "secretas", os bônus, cumprindo metas determinadas. Havia diversos itens colecionáveis além das bananas para serem coletados durante as fases: os balões vermelhos (que representavam as vidas), moedas douradas, as letras K-O-N-G (que davam uma vida extra quando coletadas). Além da variedade de colecionáveis, tínhamos muitos inimigos, alguns fáceis de se derrotar, dando uma simples "roladinha", outros exigiam que jogássemos barris em cima dos mesmos.

Além de controlar Donkey Kong, também podíamos utilizar Diddy, em qualquer momento, basta ambos os personagens estejam disponíveis na tela. Um mapa da ilha marcava o começo de cada level, nessa tela escolhemos o level desejado para ser jogado. O game apresentava montarias, animais que podíamos usar para abater os inimigos de certas fases como um peixe-espada e um rinoceronte. E não dá pra falar de Donkey Kong Country sem mencionar sua maravilhosa trilha sonora, existem trilhas que muitos jogadores dizem que podem tocar até em enterros de tão lindas e marcantes que são. Parece exagero dizer isso, mas não só o primeiro game, mas sim a trilogia Country em si possui uma das mais belas trilhas já feitas até hoje. O que já era ótimo no primeiro, ficou ainda melhor no segundo game. O terceiro é considerado o mais fraco da trilogia, mas ainda era um bom game. A trilogia como um todo foi um marco do Super Nintendo, sendo considerados clássicos da plataforma e games obrigatórios em qualquer coleção de SNES. Não é a toa que uma fita de Donkey Kong Country original não é nada barata, no Brasil então nem se fala.

domingo, 23 de abril de 2017

#MemóriaGamer Capítulo 13: Darwing Duck

Plataforma: NES, Game Boy
Lançamento: Junho de 1992
Produtora: Capcom
Distribuidora: Capcom


Hoje vamos falar do herói atrapalhado, o que derrota seus inimigos usando sua astúcia, ou imprevistos porque não? Darwing Duck originalmente foi um desenho transmitido no início dos anos 90. Se trata de um spin-off do clássico Ducktales, por isso personagens de Ducktales faziam aparições em Darwing, inclusive o Capitão Bóing, que era assistente do nosso herói. O desenho foi transmitido no Brasil pela Globo e também no SBT.

No game, nosso objetivo era combater os crimes pela cidade, atendendo aos pedidos de socorro da população. No canto esquerdo superior, havia um coração que demarcava nossa vida, e logo abaixo dele duas letras indicavam qual era a corrente de gás utilizada no momento, já que Darwing usava uma pistola de gás para abater seus inimigos. 

Sua jogabilidade era semelhante aos MegaMan clássicos, a dificuldade não chegava perto, já que MegaMan clássico era realmente abusivo, contudo Darwing dava um desafio em certas ocasiões, principalmente nos níveis mais altos. A versão de Game Boy era um tanto diferente, contendo mais informações na parte inferior da tela. 

domingo, 16 de abril de 2017

#MemóriaGamer Capítulo 12: Castlevania

- Plataforma: NES
- Lançamento: 1 de Maio de 1987
- Produtora: Konami
- Distribuidora: Konami


Ahhh lá estava Drácula... despertando do seu profundo sono com um plano: se ele fosse derrotado novamente, o mesmo não seria o único a morrer. O protagonista, Simon Belmont, o tataraneto de Christopher, o qual foi treinado com a experiência dos dois grandes caçadores de vampiros, será o oponente do chefão. Castlevania era um típico jogo da plataforma, compreendendo seis níveis distintos, que são completamente lineares. Belmont, através de seu chicote, denominado Vampire Killer, deve passar por inúmeras criaturas e chefões para alcançar o Drácula. Tais chefões eram baseados em mitologia, como Medusa e Frankenstein por exemplo. O jogo também tinha sub-armas, que forneciam novos ataques. Literalmente é um dos meus games favoritos de Nintendinho, sendo um dos mais jogados por mim inclusive. Sua temática sombria era bacana e diferente da maioria dos games que eu tinha.

Não era um jogo fácil, muitos gamers criticaram os controles, sobretudo às limitações do mesmo.
Se foi propósital ou não, eu não sei, mas isto não tira os méritos deste grande game, mesmo perdendo um pouco de espaço para o Symphon of the Night entre os fãs, ainda se mantêm como um clássico da plataforma NES.

sábado, 25 de março de 2017

#MemóriaGamer Capítulo 11: Sonic the Hedgehog

- Plataforma: Mega Drive
- Lançamento: 23 de Junho de 1991
- Produtora: Sonic Team
- Distribuidora: Sega


O eterno rival do Mario, estamos falando de Sonic, o mascote da Sega. Quando a mesma ainda estava atuante na produção de consoles era dele a responsabilidade de atrair jogadores, e ele fazia muito bem. De fato, tivemos muitos games da franquia, mas neste capítulo iremos falar do seu primeiro game, e talvez o melhor junto com os demais games da sub-franquia Hedgehog. Portanto, estamos falando dos games 2D. Há jogos que apresentam jogabilidade em 3D. Sem sombra de dúvidas, era viciante "acelerar" junto com o ouriço no Mega Drive (que ao meu ver foi o melhor console da Sega). Por mais que eu não pude ter um, tentava jogar como pudesse. Muitos dizem que os games do Sonic eram até melhores que os do Mario, isso é meio polêmico, visto que proporcionaram a maior "rivalidade" daquela geração. São propostas distintas (apesar de serem do mesmo gênero). Em Sonic, obviamente as coisas eram muitos mais rápidas, tínhamos uma maior liberdade para se movimentar durante as fases, claro que isto não significava que seria fácil zerar o game. Quem não se lembra do eterno vilão: Robotnik, digo Eggman. Por mais que o último nome seja o correto, convenhamos que Robotnki é muito mais legal né. Vamos lembrar das poderosas esmeraldas do caos, as quais só podiam ser obtidas em determinados leveis. eram sete esmeraldas ao todo, todas eram neutralizadas pela Mestre. Sonic the Hedgehog sempre será um clássico de Mega Drive, por ser desafiante na medida certa e também pela sua jogabilidade rápida.

quinta-feira, 16 de março de 2017

#MemóriaGamer Capítulo 10: Twisted Metal Small Brawl


Depois de falar da quadrilogia original, tá na hora de comentar sobre o primeiro spin-off da franquia: Small Brawl. Pensa em um Twisted Metal 'Kids', é basicamente isso do que se trata este game. Não há qualquer relevância aqui na já confusa história da franquia criada por David Jaffe. Eu diria que nem existe uma história aqui, é mais um conceito. Um valentão do colégio começa a "convidar" outros estudantes pro seu jogo, usei as aspas porque é claro que eles não teriam escolha, afinal ele obrigava a fazer isso com chantagens, pegando o sapo de estimação de um garoto nerd por exemplo. De qual jogo se trata é obvio que vocês sabem.... Só que em vez dos tradicionais veículos grotescos, temos veículos de brinquedo. Além disso, toda a ambientação foi mudada para um tom mais colorido e alegre, em vez daquela sombria dos games anteriores. Isto explica o sub-título do game. O jogo tinha leveis como uma cozinha (onde podíamos prender os carros dentro do microondas), acredite ou não era divertido fazer isso, um estádio de futebol americano (aqui era legal usar o carrinho de cortar grama para destruir os inimigos, um playground infantil e por aí vai. Enfim, jogar Small Brawl era divertido, principalmente em multiplayer local, nada como "trollar" seus adversários e comemorar as vitórias sobre eles. Uma rivalidade saudável nos jogos.

segunda-feira, 13 de março de 2017

#MemóriaGamer Capítulo 9: Super Mario Bros

Plataforma: NES /Lançamento: 13 de Setembro de 1985 / Produtora: Nintendo R&D4 / Distribuidora: Nintendo


"It's me, Mario!" Quem não conhece o mascote da Nintendo, o bigodudo Mario?! Um dos mais conhecidos personagens do mundo dos games e dono de uma franquia poderosa e relevante até hoje, afinal de contas, a Nintendo continua firme e forte produzindo mais e mais games do bigodudo. O objetivo sempre foi proteger o reino de Mushroom, resgatando as princesas é claro, das garras do bendito Bowser (ou Koopa como muitos chamavam). Conforme era padrão na época, movíamos nosso personagem para a direita, passando pelos mundos até alcançar as fases finais de cada um deles (os tradicionais castelos). Super Mario também é conhecido não só pelos personagens principais, mas sim também os icônicos inimigos do jogo e itens bonificadores como a estrela (que dava invencibilidade), o cogumelo vermelho (crescia o Mario, dando uma vantagem ao levar dano), planta (disparar as bolinhas de fogo para detonar os inimigos), cogumelo verde (dava uma vida ao jogador). Tais itens são só alguns exemplos. Super Mario é considerado um melhores games da história, e não é por menos, foi um marco na indústria como um todo e se tornou um clássico do Nintendinho. Obviamente sequências e versões alternativas foram lançadas. Surgiram outras franquias derivadas do jogo de plataforma original como: Mario Kart, Mario Party e Paper Mario. O jogo é incrível, já o filme que carrega seu nome é melhor nem comentar....

terça-feira, 7 de março de 2017

#MemóriaGamer Capítulo 8: NASCAR Rumble

Plataforma: PS1 / Lançamento: 31 de Janeiro de 2000 / Produtora: EA Redwood Shores / Distribuidora: EA


Pensa numa corrida de NASCAR ao estilo Mario Kart, pois é, esta era a proposta de Nascar Rumble. Não tinha como levar a sério este game, não só pelas corridas insanas devido aos power-ups, mas pelas frases que o piloto falava durante a corrida, estas frases eram feitas pelo ator Jess Harnell. Sobre os power-ups tínhamos proezas como um Twister que rodopiava seu carro, Freeze para congelar, um escudo, óleo para fazer o veículo derrapar entre outros. O game possuía 18 pistas em 6 áreas diferentes. Veículos secretos poderiam ser desbloqueados. Eu fiquei tão empolgado com este jogo, que quando comprei meu console de 6ª geração, o PS2, logo procurei uma sequência dele. Assim, comprei o primeiro Nascar que encontrei, ao chegar em casa foi uma decepção, era só um simulador, não demorou muito pra largar, decepcionado. Contudo, eu não sabia na época, mas existia sim um sucessor, digamos "espiritual", chamado Rumble Racing. Se eu soubesse disso, teria comprado o quanto antes.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

MemóriaGamer Capítulo 7: Twisted Metal 1 ~ 4

Plataforma: PS1 e PC (Apenas 1 e 2) / Lançamento*: 5 de Novembro de 1995, 31 de Outubro de 1996, 31 de Outubro de 1998, 31 de Outubro de 1999 / Produtora: SingleTac e 989 Studios / Distribuidora: Sony


 

* Refere-se a plataforma de origem
Chegamos ao primeiro post da franquia mais longínqua da Sony até agora, estamos falando de Twisted Metal. Criada por David Jaffe e Scott Campbell, ela se trata de games de combate veicular. Escolhermos o personagem desejado e partimos para as batalhas em arenas ou determinadas áreas das cidades. Nos cenários, temos diversos projéteis balísticos, que deverão ser usados com o intuito de destruir os veículos adversários. Cada level é uma etapa do torneio, e ao vencer o mesmo, o vencedor é levado ao anfitrião do torneio, que tem o misterioso "poder" de conceder qualquer desejo ao mesmo. O anfitrião se chama Calypso, que era um homem normal até que se sofreu um acidente, ele sobreviveu, mas sua família não, então a partir daí se envolveu numa vida nova, se tornando o futuro anfitrião do torneio. Como Calypso se tornou tão poderoso, há boatos e controvérsias quanto a isso, alias a história da saga é confusa como um todo, existem muitas contradições em torno dela. O palhaço Sweet Tooth também é figura carimbada em todos os games, pilotando seu "carrinho de sorvete diabólico". Twisted Metal 2 e 4 são os meus favoritos da quadrilogia do PS1, sendo o 2 o meu favorito de toda a saga. Havia também o spin-off Small Brawl (este fica pra outro post). Infelizmente, a saga perdeu o fôlego com o passar dos anos, como veremos nos futuros posts dela, espero um remake para o PS4. Vamos lá, Sony! Traga Calypso e sua trupe de volta!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

#MemóriaGamer Capítulo 6: Mighty Bomb Jack

Plataforma: NES / Lançamento: Julho de 1987 / Produtora: Tecmo / Distribuidora: Tecmo


Tá aí um game que não foi bem recebido pela crítica, apesar de eu achá-lo divertido. Mighty Bomb Jack foi o primeiro game de NES que joguei fora do meu Dynavision, ele não estava presente na minha fita de 64 games, vinha em uma fita com mais de 90 games, que eu meu primo tinha.

Na história, controlávamos Jack, que precisava derrotar o demônio Belzebut e resgatar e família real Pamera. O jogo tinha 16 leveis localizados numa pirâmide e cada level apresentava duas partes: Action e Royal Palace. Haviam também as salas de tortura para dificultar um pouco a vida dos jogadores, nelas só poderíamos passar sem perder vida se coletássemos todas as moedas em menos de 99 segundos. A trilha sonora era agradável, assim como qualquer game da época. Mighty Bomb Jack não é um mega clássico da plataforma, mas diverte mesmo assim.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

#MemóriaGamer Capítulo 5: Duke Nukem Time to Kill

Plataforma: PS1 / Lançamento: 30 de Setembro de 1998 / Produtora: N-Space / Distribuidora: GT Software Interactive


"The thing i hate", música da banda Stabbing Westward, marcava a intro do querido anti-herói: Duke. Depois de sua diversão ser interrompida por "porcos alienígenas", ele busca sua vingança, destruindo todos que entrarem no seu caminho, e os inimigos nem podem pensar em tocar na suas garotas, né Duke?! O game apresentava algo característico em todos os games dessa franquia: o humor, e não qualquer tipo de humor. Piadas sexuais eram muito comuns no jogo. Mulheres semi-nuas e sexo era algo normal de se ver. No primeiro level, se matássemos as mulheres na boate, inimigos iriam surgir. Afinal Duke Nukem sem piadas não é Duke Nukem. Talvez se este jogo fosse lançado nos dias de hoje, alguns iriam tentar processar, alegando que os produtores são machistas. Claro que a classificação etária era para maiores de 18 anos, na verdade a franquia como um todo é feita para um público mais velho. A história trabalhava com viagens no tempo, por isso na maioria das fases era necessário utilizar os portais (alguns deles exigiam cristais, os quais funcionavam como chaves). E isso era bem trabalhado. Os chefes não eram tão desafiadores, com pequenos truques era possível vencê-los facilmente. O arsenal era vasto e podíamos carregar qualquer quantidade de equipamentos (a troca entre eles era muito intuitiva também). A jogabilidade era simples, relativamente inspirada em Tomb Raider. Diferente de Duke Nukem 3D, não se tratava de uma câmera em primeira pessoa. O game apresentava um multiplayer local, complementando a campanha. Time to Kill foi um bom jogo, divertido ao extremo, é uma pena que a franquia se perdeu no fiasco Duke Nukem Forever. E mesmo que saísse um jogo bom, receio que o tipo de humor também não daria muito certo nos dias de hoje. De qualquer forma, foi uma grata surpresa minha no primeiro console da Sony. Como diria o Duke: "Come get some".

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

#MemóriaGamer Capítulo 4: Contra

Plataforma: NES / Lançamento: 2 de Fevereiro de 1988 / Produtora: Konami / Distribuidora: Konami


Pense em um jogo complicado... Pensou? Será que ele é mais complicado do que Contra? Difícil, mas não impossível, existem é claro games mais complicados do que ele, entretanto, Contra é um dos jogos mais difíceis já feitos, fechá-lo sem usar nenhum cheat é para poucos. Acredito que tenha sido o game mais complicado que já terminei. Contra literalmente era o jogo número 1 do meu cartucho de 64 games do Dynavision, isto é, ele aparecia logo no topo da primeira tela de seleção, então possivelmente foi o primeiro game que joguei, não lembro ao certo. Sua jogabilidade era frenética, não havia espaço para erros, os inimigos estavam em todo o canto da tela, e mesmo jogando com mais um jogador, não era nada fácil sobreviver. Nas fases tinham muitas armadilhas, além dos chefes chatos que tínhamos que enfrentar no fim delas. Lembro de um level o qual possuía umas garras que ficavam subindo e descendo (tinha que passar por elas uma-a-uma). Alguns chefes e inimigos eu achava muito nojentos, até tinha medo às vezes. Depois de morrer tantas vezes, quando eu terminei nem acreditava, comemorei e muito o meu feito. O pessoal pode até falar que não é difícil, mas é fácil dizer isso usando cheat de 30 vidas.    

domingo, 5 de fevereiro de 2017

#MemóriaGamer Capítulo 3: Jackie Chan Stuntmaster

Plataforma: PS1 / Lançamento: 20 de Março de 2000 / Produtora: Radical Entertainment / Distribuidora: Midway


"Grandfather!", "Grandfather!". O nosso querido Jackie Chan recebeu uma grande homenagem neste game. Aquela boa dose de humor e pancadaria presente nos seus filmes, foi muito bem representada aqui. A própria CG inicial já demonstrava isso, com o avô de Jackie sendo raptado e ele indo atrás dele para salvá-lo. O jogo apresentava cinco "mundos", os quais eram na verdade diferentes regiões da cidade. Cada "mundo" tinha três leveis e um chefe no fim. Falando em chefes, o meu favorito era o sósia do Michael Jackson (quem jogou, com certeza vai lembrar). Podíamos usar "equipamentos" espalhados pelas fases como peixes, tacos de sinuca, pás, guarda chuvas e por aí vai. Durante os leveis haviam dragões vermelhos e dourados para serem coletados, eles davam direito à um "mundo" secreto e exclusivo. Jackie Chan Stuntmaster se tornou um clássico, não apenas do primeiro console da Sony, mas também do gênero Beat' em Up.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

#MemóriaGamer Capítulo 2: Gun.Smoke

Plataforma: NES / Lançamento: Fevereiro de 1985 / Produtora: Capcom / Distribuidora: Capcom


Antes de Red Dead Redemption ou a sua sequência que será lançada este ano, eu já tinha me sentido no velho oeste. Gun.Smoke me proporcionou esta experiência, sendo um dos primeiros games que joguei na minha vida, nos tempos do meu saudoso Dynavision. Para quem é mais novo, Dynavision era um clone do NES (o popular Nintendinho aqui no Brasil) feito pela Dynacom. Aqueles que não tinham condição de ter um NES recorriam aos clones, existiam outros fabricados por outras empresas também. Eu joguei estes games numa época que já tinha PS1 e N64 no mercado, estava havendo uma transição da 5ª para a 6ª geração de consoles, portanto já eram jogos ultrapassados pra época.

O game apresentava uma câmera aérea, podíamos mover o personagem em qualquer direção, entretanto, não dava pra sair fugir do enquadramento feito pela câmera, pois ela se movia sozinha sempre para a frente. Cada level tinha um chefe que era mostrado pelos clássicos cartazes de procurado. Havia possibilidade de comprar itens durante as fases, mas eu era tão iniciante em games naquela época que nem usava isso. A trilha sonora foi marcante e até hoje eu não consigo esquecer de duas trilhas que o game possuía. Não saem da minha cabeça de jeito nenhum.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

#MemóriaGamer Capítulo 1: Medal of Honor

Plataforma: PS1 / Lançamento: 11 de Novembro de 1999 / Produtora: DreamWorks Interactive Distribuidora: EA 


Dando início ao meu quadro memória gamer, onde vou retratar minhas experiências com diversos jogos ao longos dos anos. Não é a primeira vez que eu faço este quadro, já tinha feito ele no fórum myPSt durante 2012 - 2013. A ideia era criar um tópico amplo de debate sobre cada um dos games. O tópico foi bem aceito, só não durou durante muito tempo, até porque eu também fui diminuindo a frequência de postagens. Com o blog, agora eu possuo uma ferramenta mais adepta e favorável à este quadro.

Começamos este primeiro post deste quadro com um clássico dos FPS, considerado um dos melhores games da história, estou falando do primeiro Medal of Honor, ou Medalha de Honra. Quem não lembra da incrível ambientação que o game possuía, não só os cenários eram fantásticos, tinha uma boa história, assim como o som, que pra mim era maior ponto forte do jogo. Muito do som foi capturado do filme 'O Resgate do Soldado Ryan', o qual por sinal foi dirigido por Steven Spielberg. Vale lembrar que Steven também trabalhou na produção do game. Hoje, eu sinto falta dos FPS das gerações passadas, conforme as histórias e narrativas foram perdendo o foco e o multiplayer se tornando o modo principal, a campanha agora é só um modo extra. Sinto isso desde após a sub-franquia Modern Warfare de Call of Duty. Dizem que Battlefield 1 conseguiu trazer uma boa campanha, eu ainda não joguei, mas espero que seja verdade.