quarta-feira, 21 de junho de 2017

#DiárioOverwatch #12: Novo Mapa Disponível

Depois de duas semanas no servidor de testes no PC, já está disponível para todos os jogadores o mapa Colônia Lunar Horizon, como o próprio nome diz nesse mapa os jogadores poderão explorar a lua, tendo inclusive sessões gravitacionais. O mapa também explora mais a história do herói Winston.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

#Memória Gamer Capítulo 15: Bomberman

Plataforma: NES
Lançamento: Janeiro de 1989
Produtora: Hudson Soft
Distribuidora: Nintendo


Hora de mais um clássico do Nintendinho. Bomberman é um game onde controlamos um robô que busca se tornar humano. Para isso ele deve passar por 50 leveis, que se assemelham a labirintos, onde devemos encontrar uma porta (eu chamava de guarda-roupa), para prosseguir para o próximo nível.

Bomberman com o próprio nome diz, podia usar bombas para destruir as paredes e os inimigos, abrindo assim caminho para encontrar a porta. Havia possibilidade de expandir o efeito das bombas, aumentando a quantidade ou até mesmo o alcance delas. O jogo fez tanto sucesso, que inúmeras versões foram lançadas para diversas plataformas, até consoles atuais como o Switch.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

#DiárioOverwatch #11: Começa a Season 5


Começou nesta semana a quinta temporada do competitivo de Overwatch, as regras aparentemente não sofreram alterações, em comparação com a temporada anterior. Considerando que vai durar 3 meses como as anteriores, a temporada será finalizada no fim de Agosto.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

#DiárioOverwatch #10: Segura o Caos

O modo 'Caos Total' do Arcade, que entrou em vigor no evento de aniversário de Overwatch me fez voltar aos tempos de diversão no game, partidas insanas e disputadas até o último segundo, apesar de haver uma ligeira vantagem nas equipes que irão defender, tornando um desafio a parte para a equipe atacante. O modo em si é bacana e supre a carência de uma boa diversão nos demais modos, espero que a Blizzard mantenha o mesmo.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

#DiárioOverwatch #9: Técnicos da seleção

Foram definindos por meio de votação dos jogadores quais serão os técnicos da seleção brasileira de Overwatch para a próxima copa, são eles: Pokis, Baba1u e o Cooruja. Eles serão os responsáveis por montar a nossa seleção. As escolhas foram ótimas e espero um melhor desempenho do que o fiasco do ano passado. Não será fácil, pois o Brasil está no mesmo grupo dos EUA. Vamos aguardar!

sexta-feira, 5 de maio de 2017

#MemóriaGamer Capítulo 14: Donkey Kong Country

- Lançamento: 21 de Novembro de 1994
- Plataforma: SNES
- Produtora: Rare
- Distribuidora: Nintendo


Hoje vamos falar do primeiro game da trilogia que marcou a Super Nintendo, considerado como os melhores games do DK (principalmente o segundo). Em Donkey Kong Country, DK, ao lado de seu sobrinho e companheiro inseparável, Diddy Kong, devem recuperar as bananas que foram roubadas por K. K. Rool e seus comparsas, denominados Kremlings. DK começa sua aventura ao perceber que suas bananas desapareceram do esconderijo. O game se passa na Donkey Kong Island, explorando em torno de seis regiões distintas ao longo da jornada.

 O game tinha em torno de 40 leveis diferentes (a versão original). Durante os leveis podíamos explorar áreas "secretas", os bônus, cumprindo metas determinadas. Havia diversos itens colecionáveis além das bananas para serem coletados durante as fases: os balões vermelhos (que representavam as vidas), moedas douradas, as letras K-O-N-G (que davam uma vida extra quando coletadas). Além da variedade de colecionáveis, tínhamos muitos inimigos, alguns fáceis de se derrotar, dando uma simples "roladinha", outros exigiam que jogássemos barris em cima dos mesmos.

Além de controlar Donkey Kong, também podíamos utilizar Diddy, em qualquer momento, basta ambos os personagens estejam disponíveis na tela. Um mapa da ilha marcava o começo de cada level, nessa tela escolhemos o level desejado para ser jogado. O game apresentava montarias, animais que podíamos usar para abater os inimigos de certas fases como um peixe-espada e um rinoceronte. E não dá pra falar de Donkey Kong Country sem mencionar sua maravilhosa trilha sonora, existem trilhas que muitos jogadores dizem que podem tocar até em enterros de tão lindas e marcantes que são. Parece exagero dizer isso, mas não só o primeiro game, mas sim a trilogia Country em si possui uma das mais belas trilhas já feitas até hoje. O que já era ótimo no primeiro, ficou ainda melhor no segundo game. O terceiro é considerado o mais fraco da trilogia, mas ainda era um bom game. A trilogia como um todo foi um marco do Super Nintendo, sendo considerados clássicos da plataforma e games obrigatórios em qualquer coleção de SNES. Não é a toa que uma fita de Donkey Kong Country original não é nada barata, no Brasil então nem se fala.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

#Diário Overwatch #8: Fim da partida rápida?

Pelo visto o modo partida rápida "morreu" mesmo em Overwatch, já tinha comentado sobre a falta de seriedade nele mês passado, vejo que a cada mês fica pior jogar este modo. Não há mínima preocupação com a composição do time. Diria que até o modo Arcade diverte mais. Pelo menos lá não ficam registradas quaisquer estatísticas na sua conta.

domingo, 23 de abril de 2017

#MemóriaGamer Capítulo 13: Darwing Duck

Plataforma: NES, Game Boy
Lançamento: Junho de 1992
Produtora: Capcom
Distribuidora: Capcom


Hoje vamos falar do herói atrapalhado, o que derrota seus inimigos usando sua astúcia, ou imprevistos porque não? Darwing Duck originalmente foi um desenho transmitido no início dos anos 90. Se trata de um spin-off do clássico Ducktales, por isso personagens de Ducktales faziam aparições em Darwing, inclusive o Capitão Bóing, que era assistente do nosso herói. O desenho foi transmitido no Brasil pela Globo e também no SBT.

No game, nosso objetivo era combater os crimes pela cidade, atendendo aos pedidos de socorro da população. No canto esquerdo superior, havia um coração que demarcava nossa vida, e logo abaixo dele duas letras indicavam qual era a corrente de gás utilizada no momento, já que Darwing usava uma pistola de gás para abater seus inimigos. 

Sua jogabilidade era semelhante aos MegaMan clássicos, a dificuldade não chegava perto, já que MegaMan clássico era realmente abusivo, contudo Darwing dava um desafio em certas ocasiões, principalmente nos níveis mais altos. A versão de Game Boy era um tanto diferente, contendo mais informações na parte inferior da tela. 

sábado, 22 de abril de 2017

COD finalmente retornará às origens?!


Ao que parece chega de Cods futuristas, pelo mens este ano. A Activision confirmou nesta semana os rumores sobre o novo game da franquia. Intitulado Call of Duty WW2, o game se passará no período da 2ª Guerra Mundial. Ano passado, seu maior rival, Battlefield, voltou às raízes e foi muito bem aceito pela comunidade. Não iria demorar pra Activision fazer o mesmo, ainda mais com a recepção negativa do Infinite Warfare, que mesmo assim ainda vendeu muito... De qualquer forma, guerras futuristas já estavam chatas, é bom ver o retorno de ambas as franquias às guerras clássicas.

terça-feira, 18 de abril de 2017

1 Ano de PS4! Opinião sobre o console

No último dia 13, meu PS4 finalmente completou seu primeiro ano de vida e neste post irei opinar sobre o console como um todo. Primeiramente, começamos com os jogos, o console não teve uma biblioteca digamos relevante até 2016, quando passou a ficar interessante. Claro que tinha games como Until Dawn e Infamous Second Son, que eram bons títulos, inclusive já joguei ambos e curti bastante. Entretanto, tivemos jogos medianos como Knack e Killzone Shadow Fall por exemplo, valendo ressaltar que eram títulos de lançamento. Como a biblioteca inicial não chamava atenção, eu não tinha ainda o principal motivo pra comprar o PS4. Claro que a partir de 2016 finalmente podemos observar uma melhora significativa na sua biblioteca, e agora em 2017 vemos o ápice até o momento, com Horizon Zero Dawn, Nioh, Nier Automata e Persona 5. Considerando os games que ainda vem por aí, realmente não tem como não ficar animado.

Sobre a interface, adorei a gigantesca evolução pra XMB do seu antecessor. Era simplesmente rísivel mandar mensagens no PS3, fora o fato de não poder criar um party com um amigo que estivesse jogando um game diferente. Perdi as contas de quantas vezes o console travava devido à lentidão da XMB. Felizmente, o PS4 trouxe uma interface mais agradável e rápida, não é perfeita, ocorre uns travamentos às vezes, principalmente quando tem dois aplicativos abertos ao mesmo tempo, mas não se compara à lerdeza do seu antecessor.

Em termos de serviços, sinto uma queda em relação ao PS3. Pagar pra jogar online é algo abusivo ao meu ver, até pretendo fazer um post separado deste assunto mais pra frente. Você se sente obrigado a assinar um serviço, o qual não está satisfeito. A PS Plus não oferece mais aqueles games relevantes como foi de 2012 a 2015. Houve uma queda significativa no serviço. O pessoal costuma reclamar todos os meses, devido aos games oferecidos, a Sony ignora. De vez em quando temos bons games, mas é minoria. Claro que temos exageros, com players pedindo Uncharted 4 ou Gta V na Plus.

Vejo que a pior coisa que a Sony fez foi ter tornado obrigatório ter PS Plus pra jogar online, a minha assinatura inclusive irá vencer em menos de 1 mês. Se não quiser pagar, terá que esperar um fim de semana gratuito pra aproveitar temporariamente o online, o que não ocorre com frequência. O valor da assinatura aumentou e o serviço continua o mesmo. Nestes momentos eu sinto falta da antiga Plus. Recebi games como Tomb Raider, Bioshock Infinite, PS All Stars, The Walking Dead, Just Cause 2. Estes são só alguns exemplos. Ao meu ver, a Sony poderia reduzir de 6 para 3 games ofertados, desde que melhorasse a qualidade deles, entretanto, muitos jogadores não iriam aceitar essa ideia.

Deixando essa questão negativa de lado, vamos falar da função share. Função maravilhosa, diga-se de passagem. Capturar os gameplays com um simples toque no botão é sensacional. E o que já era bom, ficou ainda melhor, porque a Sony aumentou o limite de gravação: de 20 para 60 minutos. Tá certo que não chega perto de uma placa de captura boa, mas não deixa de ser uma ótima funcionalidade. Outro fator que eu curto no console é integração com as redes sociais, posso tirar uma foto e enviar para o Facebook facilmente por exemplo. Enviar um vídeo para o YouTube ou Dailymotion também é muito fácil. Tudo isso dá um ar de modernidade ao console.

Sobre o controle, houve um grande avanço comparado aos seus antecessores. O DualShock 4 apresenta mudanças nos gatilhos, que estão bem melhores. As funções Start e Select foram modificadas pelo Share e Options. Os analógicos sofreram mudanças bem-vindas, apesar da borrachinha desagastar rápido, contudo isso não é problema, se usar um control freak e tiver cuidado ao manusear o controle. Infelizmente, a ótima função touch é pouquíssima utilizada. A bateria do controle também acaba rápido, bem mais que a do DualShock 3. Não há como desativar a luz do controle, apenas diminuir o brilho. Por isso, toda vez que parar de jogar é aconselhável carregar o controle pra não correr o risco de ter sua partida atrapalhada inesperadamente quando retornar.

O console possui fonte interna, por um lado ocupa menos espaço, por outro esquenta mais o aparelho. Muitos usuários reclamavam de super aquecimento e do console ser muito barulhento. Como a minha versão é série 16, a última do FAT, não tive problemas quanto a isso até o momento. O potencial gráfico do console é ótimo. Muitos comentam que querem comprar o Pro, mas eu estou mega satisfeito com o meu PS4 "tijolão".

Enfim, a quarta versão do PS é ótima, em questão de hardware e recursos é bem superior ao seu antecessor, mas no quesito serviço tem que melhorar. Nos jogos eu considero empate, ambas as plataformas tem ótimos exclusivos, a diferença é que o PS4 engatinhou durante 2 anos nesse quesito. Mas considerando que temos um bom tempo pela frente, ele pode até superar o PS3 se os demais anos forem iguais à esse primeiro semestre de 2017.

domingo, 16 de abril de 2017

#MemóriaGamer Capítulo 12: Castlevania

- Plataforma: NES
- Lançamento: 1 de Maio de 1987
- Produtora: Konami
- Distribuidora: Konami


Ahhh lá estava Drácula... despertando do seu profundo sono com um plano: se ele fosse derrotado novamente, o mesmo não seria o único a morrer. O protagonista, Simon Belmont, o tataraneto de Christopher, o qual foi treinado com a experiência dos dois grandes caçadores de vampiros, será o oponente do chefão. Castlevania era um típico jogo da plataforma, compreendendo seis níveis distintos, que são completamente lineares. Belmont, através de seu chicote, denominado Vampire Killer, deve passar por inúmeras criaturas e chefões para alcançar o Drácula. Tais chefões eram baseados em mitologia, como Medusa e Frankenstein por exemplo. O jogo também tinha sub-armas, que forneciam novos ataques. Literalmente é um dos meus games favoritos de Nintendinho, sendo um dos mais jogados por mim inclusive. Sua temática sombria era bacana e diferente da maioria dos games que eu tinha.

Não era um jogo fácil, muitos gamers criticaram os controles, sobretudo às limitações do mesmo.
Se foi propósital ou não, eu não sei, mas isto não tira os méritos deste grande game, mesmo perdendo um pouco de espaço para o Symphon of the Night entre os fãs, ainda se mantêm como um clássico da plataforma NES.

terça-feira, 11 de abril de 2017

#DiárioOverwatch #7: Novo evento - Insurreição

Finalmente, a Blizzard liberou o trailer oficial do novo evento de Overwatch.

Seu nome é insurreição e será focado no mapa King's Row.

Teremos novas skins para os seguintes heróis: Tracer, Mccree, Genji, Widow e Mercy. Além de um modo novo, que me lembra um pouco o do evento de Halloween no ano passado, pelas hordas mostradas na tela, mas o objetivo não se trata de apenas sobreviver. O novo evento tem ligação com a última HQ revelada pela Blizzard há uns dias atrás.

Hora de gastar os pontos que juntei pra pegar as skins!

- Trailer em português!

segunda-feira, 10 de abril de 2017

#DiárioOverwatch #6: A falta de seriedade

Ultimamente tem sido cada vez mais difícil encontrar boas partidas em Overwatch, de fato percebo que o nível tem caído. Parece que os jogadores não estão levando o jogo mais à sério, pelo menos fora do competitivo. Tá certo, que os modos Arcade e Partida Rápida foram feitos como preparos para o competitivo, entretanto, o que estou vendo é um total desrespeito entre os jogadores, como se jogassem para perder o tempo inteiro. Muitas vezes não consigo perceber esforço algum, aquela sede de vencer. Quem joga aleatoriamente sofre com isso o tempo todo. Estamos falando de um game competitivo, zoar faz parte claro, mas o excesso da zoeira está desanimando muito.

sábado, 25 de março de 2017

#MemóriaGamer Capítulo 11: Sonic the Hedgehog

- Plataforma: Mega Drive
- Lançamento: 23 de Junho de 1991
- Produtora: Sonic Team
- Distribuidora: Sega


O eterno rival do Mario, estamos falando de Sonic, o mascote da Sega. Quando a mesma ainda estava atuante na produção de consoles era dele a responsabilidade de atrair jogadores, e ele fazia muito bem. De fato, tivemos muitos games da franquia, mas neste capítulo iremos falar do seu primeiro game, e talvez o melhor junto com os demais games da sub-franquia Hedgehog. Portanto, estamos falando dos games 2D. Há jogos que apresentam jogabilidade em 3D. Sem sombra de dúvidas, era viciante "acelerar" junto com o ouriço no Mega Drive (que ao meu ver foi o melhor console da Sega). Por mais que eu não pude ter um, tentava jogar como pudesse. Muitos dizem que os games do Sonic eram até melhores que os do Mario, isso é meio polêmico, visto que proporcionaram a maior "rivalidade" daquela geração. São propostas distintas (apesar de serem do mesmo gênero). Em Sonic, obviamente as coisas eram muitos mais rápidas, tínhamos uma maior liberdade para se movimentar durante as fases, claro que isto não significava que seria fácil zerar o game. Quem não se lembra do eterno vilão: Robotnik, digo Eggman. Por mais que o último nome seja o correto, convenhamos que Robotnki é muito mais legal né. Vamos lembrar das poderosas esmeraldas do caos, as quais só podiam ser obtidas em determinados leveis. eram sete esmeraldas ao todo, todas eram neutralizadas pela Mestre. Sonic the Hedgehog sempre será um clássico de Mega Drive, por ser desafiante na medida certa e também pela sua jogabilidade rápida.

terça-feira, 21 de março de 2017

#DiárioOverwatch #5: Orisa disponível

O mais novo herói de Overwatch está disponível para todas as plataformas, chegou a hora de testarmos a Orisa. Segundo a Blizzard, a personagem não estará  presente no competitivo "pra dar mais tempo ao jogadores de aprenderem" a jogar com ela, o que é justo na minha concepção, assim poderemos ter uma análise dela antes da próxima temporada. Como ela vai se encaixar no meta (ou se vai), só o tempo dirá.

quinta-feira, 16 de março de 2017

#MemóriaGamer Capítulo 10: Twisted Metal Small Brawl


Depois de falar da quadrilogia original, tá na hora de comentar sobre o primeiro spin-off da franquia: Small Brawl. Pensa em um Twisted Metal 'Kids', é basicamente isso do que se trata este game. Não há qualquer relevância aqui na já confusa história da franquia criada por David Jaffe. Eu diria que nem existe uma história aqui, é mais um conceito. Um valentão do colégio começa a "convidar" outros estudantes pro seu jogo, usei as aspas porque é claro que eles não teriam escolha, afinal ele obrigava a fazer isso com chantagens, pegando o sapo de estimação de um garoto nerd por exemplo. De qual jogo se trata é obvio que vocês sabem.... Só que em vez dos tradicionais veículos grotescos, temos veículos de brinquedo. Além disso, toda a ambientação foi mudada para um tom mais colorido e alegre, em vez daquela sombria dos games anteriores. Isto explica o sub-título do game. O jogo tinha leveis como uma cozinha (onde podíamos prender os carros dentro do microondas), acredite ou não era divertido fazer isso, um estádio de futebol americano (aqui era legal usar o carrinho de cortar grama para destruir os inimigos, um playground infantil e por aí vai. Enfim, jogar Small Brawl era divertido, principalmente em multiplayer local, nada como "trollar" seus adversários e comemorar as vitórias sobre eles. Uma rivalidade saudável nos jogos.

segunda-feira, 13 de março de 2017

#MemóriaGamer Capítulo 9: Super Mario Bros

Plataforma: NES /Lançamento: 13 de Setembro de 1985 / Produtora: Nintendo R&D4 / Distribuidora: Nintendo


"It's me, Mario!" Quem não conhece o mascote da Nintendo, o bigodudo Mario?! Um dos mais conhecidos personagens do mundo dos games e dono de uma franquia poderosa e relevante até hoje, afinal de contas, a Nintendo continua firme e forte produzindo mais e mais games do bigodudo. O objetivo sempre foi proteger o reino de Mushroom, resgatando as princesas é claro, das garras do bendito Bowser (ou Koopa como muitos chamavam). Conforme era padrão na época, movíamos nosso personagem para a direita, passando pelos mundos até alcançar as fases finais de cada um deles (os tradicionais castelos). Super Mario também é conhecido não só pelos personagens principais, mas sim também os icônicos inimigos do jogo e itens bonificadores como a estrela (que dava invencibilidade), o cogumelo vermelho (crescia o Mario, dando uma vantagem ao levar dano), planta (disparar as bolinhas de fogo para detonar os inimigos), cogumelo verde (dava uma vida ao jogador). Tais itens são só alguns exemplos. Super Mario é considerado um melhores games da história, e não é por menos, foi um marco na indústria como um todo e se tornou um clássico do Nintendinho. Obviamente sequências e versões alternativas foram lançadas. Surgiram outras franquias derivadas do jogo de plataforma original como: Mario Kart, Mario Party e Paper Mario. O jogo é incrível, já o filme que carrega seu nome é melhor nem comentar....

domingo, 12 de março de 2017

#DiárioOverwatch #4: Mestre

Depois de três temporadas tendo obtido no máximo a divisão diamante no competitivo, finalmente cheguei ao mestre pela primeira vez, não foi nada fácil claro. Comecei minha temporada perdendo cinco partidas em sequência, no final ficou foram apenas 3 vitórias, nada bom! Mas como a divisão é escolhida pela habilidade individual, fiquei na platina, com pouco mais de 2700 pontos, abaixo das finais das temporadas anteriores: 3000. Continuei insistindo pra conseguir pelo menos um diamante, e surpreendentemente cheguei a divisão mestre. Pra algumas pessoas não é nada demais, mas pra quem joga Overwatch sozinho sabe o quão difícil é. Resta aguardar se eu irei manter o nível até o fim da temporada.

terça-feira, 7 de março de 2017

#MemóriaGamer Capítulo 8: NASCAR Rumble

Plataforma: PS1 / Lançamento: 31 de Janeiro de 2000 / Produtora: EA Redwood Shores / Distribuidora: EA


Pensa numa corrida de NASCAR ao estilo Mario Kart, pois é, esta era a proposta de Nascar Rumble. Não tinha como levar a sério este game, não só pelas corridas insanas devido aos power-ups, mas pelas frases que o piloto falava durante a corrida, estas frases eram feitas pelo ator Jess Harnell. Sobre os power-ups tínhamos proezas como um Twister que rodopiava seu carro, Freeze para congelar, um escudo, óleo para fazer o veículo derrapar entre outros. O game possuía 18 pistas em 6 áreas diferentes. Veículos secretos poderiam ser desbloqueados. Eu fiquei tão empolgado com este jogo, que quando comprei meu console de 6ª geração, o PS2, logo procurei uma sequência dele. Assim, comprei o primeiro Nascar que encontrei, ao chegar em casa foi uma decepção, era só um simulador, não demorou muito pra largar, decepcionado. Contudo, eu não sabia na época, mas existia sim um sucessor, digamos "espiritual", chamado Rumble Racing. Se eu soubesse disso, teria comprado o quanto antes.

sexta-feira, 3 de março de 2017

#DiárioOverwatch #3: Blizzard revela Orisa


A Blizzard revelou ontem o novo herói de Overwatch: Orisa. Quem estava esperando Doomfist vai ter que aguardar um pouco mais. Orisa é uma heroína da role 'tanque', sendo o terceiro herói adicionado ao jogo até agora. Suas habilidades estão detalhadas abaixo:


METRALHADORA DE FUSÃO 

O canhão de projéteis automático de Orisa causa dano constante mas reduz a velocidade de movimento enquanto dispara.

FORTIFICAR 

Orisa reduz temporariamente o dano recebido e não pode ser afetada por efeitos que impedem suas ações.

PARADOS! 

Orisa lança uma carga de grávitons que pode ser detonada para desacelerar inimigos próximos e puxá-los para o centro da explosão.

BARREIRA PROTETORA 

Orisa cria uma barreira fixa que protege a ela e seus aliados de fogo inimigo.

AMPLIFICADOR 

Orisa implanta um dispositivo que aumenta o dano causado por aliados em seu campo de visão.

Detalhes do herói:

  • Nome Verdadeiro -> Orisa
  • Dificuldade -> 2/3
  • Base de operações -> Numbani
  • Idade -> 1 mês
  • Afiliações -> Desconhecida
  • Saúde -> 200
  • Armadura -> 200
  • Escudo -> 0